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W3C

Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0

Lead translating organization:
W3C Brazil Office - http://www.w3c.br/
Translation coordinator: Reinaldo Ferraz - Contact
Translator: Prof. Everaldo Bechara - ILearn

Candidata a Tradução Autorizada em Português do Brasil

Publicada em 15 de abril de 2014

Esta versão:
http://traducoes.w3c.br/TR/WCAG/
Versão original em inglês:
http://www.w3.org/TR/WCAG/
Errata:
http://www.w3c.br/TR/WCAGPtBRErrata.
Organização lider da tradução (LTO):
W3C Brazil Office - http://www.w3c.br/
Av. das Nações Unidas, 11.541, 18º andar
São Paulo, SP - Brasil
Telefone +55 11 5509-3511
CEP 04578-000
Coordenação da tradução: Reinaldo Ferraz - Contact
Tradução: Prof. Everaldo Bechara - ILearn
Parceiros na revisão da tradução:
http://lists.w3.org/Archives/Public/w3c-translators/2013JulSep/0002.html.
Resumo dos comentários públicos da Candidata a Tradução Autorizada:
http://www.w3c.br/TR/WCAGPtBRComments.

Esta é uma Tradução Autorizada de um documento do W3C. A publicação desta tradução seguiu os passos descritos em Regras para Traduções Autorizadas do W3C. No caso de controvérsias a versão oficial da especificação é o documento original, Inglês.

Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.0

Recomendação W3C de 11 Dezembro de 2008

Esta versão:
http://www.w3.org/TR/2008/REC-WCAG20-20081211/
Última versão:
http://www.w3.org/TR/WCAG20/
Versão Anterior:
http://www.w3.org/TR/2008/PR-WCAG20-20081103/
Editores:
Ben Caldwell, Trace R&D Center, Universidade de Wisconsin-Madison
Michael Cooper, W3C
Loretta Guarino Reid, Google, Inc.
Gregg Vanderheiden, Trace R&D Center, Universidade de Wisconsin-Madison
Editores Anteriores:
Wendy Chisholm (até Julho 2006 quando estava no W3C)
John Slatin (até Junho 2006 quando estava no Instituto de Acessibilidade da Universidade do Texas em Austin)
Jason White (até Junho 2005 quando estava na Universidade de Melbourne)

Por favor dirigir-se a errata deste documento, que pode incluir correções normativas.

Veja também outras traduções.

Este documento também está disponível em versões não normativas, disponíveis em Versões Alternativas das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web 2.0.


Resumo

As Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.0, abrangem diversas recomendações com a finalidade de tornar o conteúdo Web mais acessível. Seguir estas diretrizes irá tornar o conteúdo acessível a um maior número de pessoas com deficiências, incluindo cegueira e baixa visão, surdez e baixa audição, dificuldades de aprendizagem, limitações cognitivas, limitações de movimentos, incapacidade de fala, fotosensibilidade e suas combinações. Seguir estas diretrizes também fará com que seu conteúdo Web fique mais usável aos usuários em geral.

Os critérios de sucesso das WCAG 2.0 são escritos como declarações testáveis, que não são de tecnologia específica. Orientações sobre como satisfazer os critérios de sucesso em tecnologias específicas, bem como informação geral sobre interpretações dos critérios de sucesso, são disponibilizadas em documentos separados. Consulte em Uma Visão Geral sobre as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) para uma introdução e links para material técnico e educacional das WCAG.

As WCAG 2.0 sucedem as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web [WCAG10], que foram publicadas como uma Recomendação W3C em Maio de 1999. Embora seja possível estar em conformidade com as WCAG 1.0 ou com as WCAG 2.0 (ou ambas), o W3C recomenda que conteúdos novos e atualizados usem as WCAG 2.0. O W3C também recomenda que as políticas de acessibilidade na Web tenham como referência as WCAG 2.0.

Status deste documento

Esta seção descreve o status deste documento na data de sua publicação. Este documento poderá ser substituído por outros documentos. A lista das atuais publicações do W3C e a última revisão deste relatório técnico podem ser encontradas no índice dos relatórios técnicos do W3C em http://www.w3.org/TR/.

Esta é a Recomendação do W3C das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.0 do Grupo de Trabalho para as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web.

Este documento foi revisto por Membros do W3C, por desenvolvedores de software e por outros grupos do W3C e partes interessadas, e teve o endosso do Diretor como uma Recomendação W3C. É um documento estável e pode ser usado como material de referência ou citado a partir de outro documento. O papel do W3C na produção desta Recomendação é chamar a atenção para a especificação e promover a sua implementação para uso geral. Isto melhora a funcionalidade e a interoperabilidade da Web.

As WCAG 2.0 são apoiadas pelos documentos não-normativos associados, Compreendendo as WCAG 2.0 e Técnicas para as WCAG 2.0. Embora estes documentos não tenham o status formal como as WCAG 2.0, eles fornecem informações essenciais para compreender e implementar as WCAG.

O Grupo de Trabalho solicita que quaisquer comentários sejam feitos através do formulário de comentários disponibilizado online. Caso não seja possível, os comentários podem ser também enviados para public-comments-wcag20@w3.org. Os arquivos da lista pública de comentários estão disponíveis publicamente. Os comentários recebidos sobre a Recomendação WCAG 2.0 não podem resultar em mudanças nesta versão das diretrizes, mas podem vir como errata ou futuras versões das WCAG. O Grupo de Trabalho não tem planos para responder formalmente aos comentários. Os arquivos da lista de discussões do GT das WCAG estão disponíveis publicamente, e o trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho pode abordar, no futuro, comentários recebidos sobre este documento.

Este documento foi produzido como parte da Iniciativa de Acessibilidade na Web (WAI) do W3C. Os objetivos do Grupo de Trabalho das WCAG são discutidos na Carta do Grupo de Trabalho das WCAG. O Grupo de Trabalho das WCAG é parte da Atividade Técnica da WAI.

Este documento foi produzido por um grupo trabalhando sob Politica de Patentes do W3C de 5 de Fevereiro de 2004. O W3C mantém uma lista pública de patentes divulgadas relacionadas com os resultados do grupo; Essa página também inclui instruções para divulgação de uma patente. Uma pessoa que tenha conhecimento de uma patente, na qual acredite existir Reivindicações Essenciais deve divulgar esta informação de acordo com a seção 6 da Política de Patentes W3C.


Índice

Anexos


Introdução

Esta seção é informativa.

As Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) 2.0 definem a forma de como tornar o conteúdo da Web mais acessível a pessoas com deficiências. A acessibilidade abrange uma vasta gama de deficiências, incluindo visual, auditiva, física, fala, cognitiva, linguagem, aprendizagem e neurológica. Embora estas diretrizes cubram uma ampla diversidade de situações, elas não são capazes de abordar as necessidades das pessoas com todos os tipos, graus e combinações de deficiências. Estas diretrizes tornam também o conteúdo Web mais usável por pessoas idosas, cujas capacidades estão em constante mudança devido ao processo de envelhecimento e melhoram, frequentemente, a usabilidade para os usuários em geral.

As WCAG 2.0 foram desenvolvidas através do processo W3C processo W3C em colaboração com pessoas e organizações em todo o mundo, com o objetivo de elaborar um padrão compartilhado referente à acessibilidade do conteúdo Web, que vá ao encontro das necessidades dos indivíduos, das organizações e dos governos, a nível internacional. As WCAG 2.0 baseiam-se nas WCAG 1.0 [WCAG10] e foram concebidas para serem largamente aplicadas às diferentes tecnologias Web de agora e do futuro, e para serem testáveis com uma combinação de testes automáticos e avaliação humana. Para uma introdução as WCAG , consulte a Descrição Geral das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG).

A acessibilidade da Web depende não só do conteúdo acessível, como também da forma como é suportada pelos browsers e outros agentes de usuário. Ferramentas de autoria também desempenham um papel importante na acessibilidade da Web. Para uma descrição geral sobre como estes componentes de desenvolvimento e interação Web funcionam em conjunto, consulte:

Níveis de Abordagem das WCAG 2.0

Os indivíduos e organizações que utilizam as WCAG são muito variados e incluem programadores e Web designers, legisladores, responsáveis pelas compras, professores e alunos. Para corresponder às várias necessidades desta audiência, foram elaborados diversos níveis de abordagem, que incluem princípios globais, diretrizes gerais, critérios de sucesso testáveis, um rico conjunto de técnicas de tipo suficiente e de tipo aconselhada, bem como falhas comuns documentadas com exemplos, links para recursos e código fonte.

  • Princípios - No topo estão quatro princípios que constituem a fundação da acessibilidade da Web: perceptível, operável, compreensível e robusto. Consulte também Compreendendo os Quatro Princípios de Acessibilidade.

  • Diretrizes - Abaixo dos princípios estão as diretrizes. As 12 diretrizes fornecem os objetivos básicos que os autores devem atingir para tornar o conteúdo mais acessível aos usuários com diferentes deficiências. As diretrizes não são testáveis, mas disponibilizam a estrutura e os objetivos de âmbito globais que ajudam os autores a compreender os critérios de sucesso e a melhor implementar as técnicas.

  • Critérios de Sucesso - Para cada diretriz, são fornecidos critérios de sucesso testáveis de forma a permitir que as WCAG 2.0 sejam utilizadas onde os requisitos e os testes de conformidade sejam necessários, tais como na especificação das concepções, nas compras, na regulamentação e nos acordos contratuais. Para satisfazer as necessidades dos diferentes grupos e situações, são definidos três níveis de conformidade: A (o mais baixo), AA e AAA (o mais elevado). Informação adicional sobre os níveis das WCAG , pode ser encontrada em Compreendendo os Níveis de Conformidade.

  • Técnicas de tipo Suficiente e de tipo Aconselhada - Para cada uma das diretrizes e critérios de sucesso existentes no próprio documento das WCAG 2.0, o grupo de trabalho documentou ainda um vasto leque de técnicas. As técnicas têm caráter informativo e enquadram-se em duas categorias: as que são de tipo suficiente para satisfazer os critérios de sucesso e as que são de tipo aconselhada. As técnicas de tipo aconselhada vão além do que é requerido em cada um dos critérios de sucesso e permitem aos autores um melhor cumprimento das diretrizes. Algumas técnicas de tipo aconselhada vão ao encontro de barreiras de acessibilidade que não estão abrangidas pelos critérios de sucesso testáveis. Sempre que existam falhas comuns conhecidas, estas serão igualmente documentadas. Consulte também Técnicas de tipo Suficiente e de tipo Aconselhada em Compreendendo as WCAG 2.0.

Todos estes níveis de abordagem (princípios, diretrizes, critérios de sucesso e técnicas de tipo suficiente e de tipo aconselhada) funcionam em conjunto para fornecer orientações sobre como tornar o conteúdo mais acessível. Os autores são encorajados a observar e a aplicar todos os níveis que conseguirem, incluindo as técnicas de tipo aconselhada, de forma a melhor satisfazerem as necessidades do maior número possível de usuários.

Note que, mesmo o conteúdo que está conforme o nível mais elevado (AAA) não estará acessível a pessoas com todos os tipos, graus ou combinações de deficiências, particularmente nas áreas da linguagem cognitiva e da aprendizagem. Os autores são encorajados a considerar a totalidade das técnicas, incluindo as técnicas de tipo aconselhada, assim como a procurar aconselhamento relevante sobre as atuais boas práticas, de forma a garantir que o conteúdo da Web seja acessível, tanto quanto possível, a esta comunidade. Os metadados poderão ajudar os usuários a encontrar o conteúdo mais adequado às suas necessidades.

Documentos de Apoio das WCAG 2.0

O documento WCAG 2.0 foi concebido para satisfazer as necessidades daqueles que necessitam de um padrão técnico referenciável e estável. Outros documentos, chamados de documentos de apoio, baseiam-se no documento WCAG 2.0 e abordam outros objetivos importantes, incluindo a possibilidade de serem atualizados para descreverem a forma como as WCAG seriam implementadas com novas tecnologias. Os documentos de apoio incluem:

  1. Como cumprir as WCAG 2.0 - Uma referência rápida personalizável para as WCAG 2.0 que inclui todas as diretrizes, critérios de sucesso e técnicas para os autores usarem à medida que vão desenvolvendo e avaliando o conteúdo Web.

  2. Compreendendo as WCAG 2.0 - Um guia para compreender e implementar as WCAG 2.0. Existe um pequeno documento intitulado "Compreendendo" para cada diretriz e critério de sucesso existente nas WCAG 2.0 assim como tópicos chave.

  3. Técnicas para as WCAG 2.0 - Uma coleção de técnicas e falhas comuns, cada uma num documento em separado que inclui uma descrição, os exemplos, o código fonte e os testes.

  4. Os documentos das WCAG 2.0 - Um diagrama e uma descrição de como os documentos técnicos estão relacionados e ligados.

Veja a Descrição Geral das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) para uma descrição do material de apoio das WCAG 2.0, incluindo os recursos educativos relacionados com a WCAG 2.0. Os recursos adicionais, que abrangem tópicos como a questão comercial da acessibilidade da Web, o planejamento da implementação para melhorar a acessibilidade dos sites Web, e as políticas de acessibilidade encontram-se listados em Recursos WAI.

Termos Importantes no WCAG 2.0

As WCAG 2.0 incluem três termos importantes que diferem das WCAG 1.0. Cada um deles é apresentado resumidamente abaixo, e definido de forma mais completa no glossário.

Página Web

É importante notar que, neste padrão, o termo "página Web"abrange muito mais do que páginas estáticas em HTML. Ele inclui também as páginas Web cada vez mais dinâmicas que surgem na Web, incluindo "páginas" que podem apresentar comunidades interativas virtuais completas. Por exemplo, o termo "página Web" inclui uma experiencia imersiva como um filme , localizada num único URI. Para obter mais informações, consulte Compreendendo "Página Web".

Determinado de Forma Programática

Vários critérios de sucesso requerem que o conteúdo (ou determinados aspectos do conteúdo) possa ser "determinado de forma programática". Isto significa que o conteúdo é apresentado de modo a que os agentes de usuário, incluindo as tecnologias assistivas, possam extrair e apresentar esta informação aos usuários de diferentes maneiras. Para mais informações, consulte Compreendendo Determinado de Forma Programática.

Suportado pela Acessibilidade

A utilização de uma tecnologia de uma forma suportada pela acessibilidade significa que a mesma funcione com tecnologias assistivas (TA) e com as funcionalidades de acessibilidade dos sistemas operacionais, navegadores e de outros agentes do usuário. As funcionalidades da tecnologia só podem estar dependentes e em conformidade com os critérios de sucesso das WCAG 2.0 se forem "suportadas pela acessibilidade". As funcionalidades da tecnologia podem ser usadas em modos não "suportados pela acessibilidade" (que não trabalhem com tecnologias assistivas, etc.), desde que sua utilização não dependa da conformidade de qualquer critério de sucesso (i.e., a mesma informação ou funcionalidade está também disponível de outra forma que seja suportada).

A definição de "suportado pela acessibilidade" encontra-se disponível no Anexo A: Seção Glossário Diretrizes. Para mais informações, consulte Compreendendo Suportado pela Acessibilidade..

Diretrizes WCAG 2.0

Esta seção é normativa.

Princípio 1: Perceptível - A informação e os componentes da interface do usuário têm de ser apresentados aos usuários em formas que eles possam perceber.

Diretriz 1.1 Alternativas em Texto: Fornecer alternativas em texto para qualquer conteúdo não textual permitindo, assim, que o mesmo possa ser alterado para outras formas mais adequadas à necessidade do indivíduo, tais como impressão em caracteres ampliados, braille, fala, símbolos ou linguagem mais simples.

1.1.1 Conteúdo Não Textual: Todo o conteúdo não textual que é apresentado ao usuário tem uma alternativa textual que serve um propósito equivalente, exceto para as situações indicadas abaixo. (Nível A)

  • Controles, Entrada: Se o conteúdo não textual for um controle ou aceitar a entrada de dados por parte do usuário, então dispõe de um nome que descreve a sua finalidade. (Para obter os requisitos adicionais para controles e conteúdo que aceitam entrada de dados por parte do usuário, consulte a Diretriz 4.1)

  • Mídias com base no tempo: Se o conteúdo não textual corresponder a mídia baseada no tempo, então as alternativas em texto fornecem, no mínimo, uma identificação descritiva do conteúdo não textual. (Para obter os requisitos adicionais para mídia, consulte a Diretriz 1.2)

  • Teste: Se o conteúdo não textual for um teste ou um exercício, inválidos se apresentados em texto, então as alternativas em texto fornecem, no mínimo, uma identificação descritiva do conteúdo não textual.

  • Sensorial: Se a finalidade do conteúdo não textual for, essencialmente, criar uma experiência sensorial específica, então as alternativas em texto fornecem, no mínimo, uma identificação descritiva do conteúdo não textual.

  • CAPTCHA: Se a finalidade do conteúdo não textual for confirmar que o conteúdo está sendo acessado por uma pessoa e não por um computador, então são fornecidas as alternativas em texto que identificam e descrevem a finalidade do conteúdo não textual, e são fornecidas as formas alternativas do CAPTCHA que utilizam modos de saída para diferentes tipos de percepção sensorial, para atender diferentes deficiências.

  • Decoração, Formatação, Invisível: Se o conteúdo não textual for meramente decorativo, for utilizado apenas para formatação visual, ou não for apresentado aos usuários, então é implementado de uma forma que pode ser ignorada pelas tecnologias assistivas.

Diretriz 1.2 Mídias com base no tempo: Fornecer alternativas para mídias com base no tempo.

1.2.1 Apenas Áudio e apenas Vídeo (Pré-gravado):Para as mídias de apenas audio | pré gravados e mídias de video (sem audio) | pré gravados as regras seguintes são verdadeiras exceto quando o áudio ou o vídeo é uma mídia alternativa para o texto e está claramente identificado como tal: (Nivel A).

  • Apenas áudio pré-gravado: É fornecida uma alternativa para mídia baseada no tempo, que apresenta informação equivalente para o conteúdo composto por apenas áudio pré-gravado.

  • Apenas vídeo pré-gravado: É fornecida uma alternativa em mídia baseada em tempo ou uma faixa de áudio que apresenta informação equivalente para o conteúdo de apenas vídeo pré-gravado.

1.2.2 Legendas (Pré-gravadas): São fornecidas legendas para a totalidade do áudio | pré-gravado presente no conteúdo em uma mídia sincronizada, exceto quando a mídia for uma alternativa para texto e for claramente identificada como tal. (Nível A)

1.2.3 Audiodescrição ou Mídia alternativa (Pré-gravada): É fornecida uma audiodescrição ou uma alternativa para mídia baseada no tempo para o conteúdo do vídeo | pré-gravado existente num conteúdo em mídia sincronizada, exceto quando a mídia é uma alternativa ao texto e for claramente identificada como tal. (Nível A)

1.2.4 Legendas (Ao Vivo): São fornecidas legendas para a totalidade do áudio | ao vivo existente em mídia sincronizada. (Nível AA)

1.2.5 Audiodescrição (Pré-gravada): É fornecida audiodescrição para todo o conteúdo do vídeo | pré-gravado existente em mídia sincronizada. (Nível AA)

1.2.6 Língua de sinais (Pré-gravada): É fornecida interpretação em língua de sinais para todo o conteúdo de áudio | pré-gravado existente num conteúdo em mídia sincronizada. (Nível AAA)

1.2.7 Audiodescrição Extendida (Pré-gravada): Quando as pausas no áudio do primeiro plano forem insuficientes para permitir que as audiodescrições transmitam o sentido do vídeo, é fornecida uma audiodescrição extendida para a totalidade do vídeo | pré-gravado existente em um conteúdo em mídia sincronizada. (Nível AAA)

1.2.8 Mídia Alternativa (Pré-gravada): É fornecida uma alternativa para mídia baseada no tempo para a todo o conteúdo existente mídia sincronizada | pré-gravada e para a todo o conteúdo multimídia composto por apenas vídeo pré-gravado. (Nível AAA)

1.2.9 Apenas áudio (Ao vivo): É fornecida uma alternativa para mídia baseada no tempo que apresenta informações equivalentes para conteúdo composto por apenas áudio | ao vivo. (Nível AAA)

Diretriz 1.3 Adaptável: Criar conteúdos que possam ser apresentados de diferentes maneiras (por ex., um layout mais simples) sem perder informação ou estrutura.

1.3.1 Informações e Relações: As informações, a estrutura e as relações transmitidas através de apresentação podem ser determinadas de forma programática ou estão disponíveis no texto. (Nível A)

1.3.2 Sequência com Significado: Quando a sequência na qual o conteúdo é apresentado afeta o seu significado, uma sequência de leitura correta pode ser determinada de forma programática. (Nível A)

1.3.3 Características Sensoriais: As instruções fornecidas para compreender e utilizar o conteúdo não dependem somente das características sensoriais dos componentes, tais como forma, tamanho, localização visual, orientação ou som. (Nível A)

Nota: Para obter os requisitos relacionados com a cor, consulte a Diretriz 1.4.

Diretriz 1.4 Discernível: Facilitar a audição e a visualização de conteúdos aos usuários, incluindo a separação do primeiro plano e do plano de fundo.

1.4.1 Utilização da Cor: A cor não é utilizada como o único meio visual de transmitir informações, indicar uma ação, pedir uma resposta ou distinguir um elemento visual. (Nível A)

Nota: Este critério de sucesso aborda especificamente a percepção da cor. Outras formas de percepção são abrangidas na Diretriz 1.3, incluindo o acesso programático à cor e a outra codificação da apresentação visual.

1.4.2 Controle de Áudio: Se um som numa página Web tocar automaticamente durante mais de 3 segundos, deve estar disponível um mecanismo para fazer uma pausa ou parar o som, ou deve disponibilizar um mecanismo para controlar o volume do som, independentemente de todo o nível de volume do sistema. (Nível A)

Nota: Uma vez que qualquer conteúdo que não cumpra este critério de sucesso pode interferir com a capacidade de um usuário de utilizar toda a página, todo o conteúdo da página Web (quer seja ou não utilizado para cumprir outros critérios de sucesso) tem de cumprir este critério de sucesso. Consulte o Requisito de Conformidade 5: Não-Interferência.

1.4.3 Contraste (Mínimo): A apresentação visual de texto e imagens de texto tem uma relação de contraste de, no mínimo, 4.5:1, exceto para o seguinte: (Nível AA)

  • Texto Ampliado: Texto ampliado e as imagens compostas por texto ampliado têm uma relação de contraste de, no mínimo, 3:1;

  • Texto em plano Secundário: O texto ou imagens de texto que fazem parte de um componente de interface de usuario  inativo, que são meramente decorativos, que não estão visíveis para ninguém, ou que são parte de uma imagem que inclui outro conteúdo visual significativo, não têm requisito de contraste.

  • Logotipos: O texto que faz parte de um logotipo ou marca comercial não tem requisito de contraste.

1.4.4 Redimensionar texto: Exceto para legendas e imagens de texto, o texto pode ser redimensionado sem tecnologia assistiva até 200 porcento sem perder conteúdo ou funcionalidade. (Nível AA)

1.4.5 Imagens de Texto: Se as tecnologias que estiverem sendo utilizadas puderem proporcionar a apresentação visual, é utilizado texto para transmitir informações em vez de imagens de texto, exceto para o seguinte: (Nível AA)

  • Personalizável: A imagem de texto pode ser personalizada visualmente de acordo com os requisitos do usuario;

  • Essencial: Uma determinada apresentação de texto é essencial para as informações que serão transmitidas.

Nota: Os logotipos (texto que faz parte de um logotipo ou marca comercial) são considerados essenciais.

1.4.6 Contraste (Melhorado): A apresentação visual do texto e imagens de texto tem uma relação de contraste de, no mínimo, 7:1, exceto para o seguinte: (Nível AAA)

  • Texto Grande: O texto ampliado e as imagens de texto ampliado têm uma relação de contraste de, no mínimo, 4.5:1;

  • Texto em plano Secundário: O texto ou as imagens de texto que fazem parte de um componente de interface de usuário inativo, que são meramente decorativos, que não estão visíveis para ninguém, ou que fazem parte de uma imagem que inclui outro conteúdo visual significativo, não têm requisito de contraste.

  • Logotipos: O texto que faz parte de um logotipo ou marca comercial não tem requisito de contraste mínimo.

1.4.7 Som Baixo ou Sem Som de Fundo: Para conteúdo composto por apenas áudio | pré-gravado que (1) contenha essencialmente fala em primeiro plano, (2) não seja um CAPTCHA de áudio ou logotipo de áudio, e (3) não seja vocalização com o objetivo de ser, essencialmente, expressão musical, tal como cantar ou fazer batidas, no mínimo, uma das seguintes afirmações é verdadeira: (Nível AAA)

  • Sem Música de Fundo: O áudio não contém sons de fundo.

  • Desligar: Os sons de fundo podem ser desligados.

  • 20 dB: Os sons de fundo têm, no mínimo, 20 decibéis a menos do que o conteúdo da voz em primeiro plano, com a exceção de sons ocasionais que duram apenas um ou dois segundos.

    Nota: De acordo com a definição de "decibel", o som de fundo que cumprir este requisito será, aproximadamente, quatro vezes mais baixo do que o conteúdo de voz em primeiro plano.

1.4.8 Apresentação Visual: Para a apresentação visual de blocos de texto, está disponível um mecanismo para se obter o seguinte: (Nível AAA)

  1. As cores do primeiro plano e do plano de fundo podem ser selecionadas pelo usuário.

  2. A largura não tem mais do que 80 caracteres ou glifos (40 se CJK).

  3. O texto não é justificado (alinhado à ambas as margens esquerda e direita).

  4. O espaçamento entre linhas (principal) tem, no mínimo, um espaço e meio nos parágrafos, e o espaçamento entre parágrafos é, no mínimo, 1,5 vezes maior do que o espaçamento entre linhas.

  5. O texto pode ser redimensionado sem tecnologia assistiva até 200 por cento, de um modo que o usuário não necessite efetuar um varrimento horizontal para ler uma linha de texto numa janela em tela cheia.

1.4.9 Imagens de Texto (Sem Exceção): As imagens de texto só são utilizadas por questões meramente decorativas ou quando uma determinada apresentação de texto é essencial para a informação que está sendo transmitida. (Nível AAA)

Nota: Os logotipos (texto que faz parte de um logotipo ou marca comercial) são considerados essenciais.

Princípio 2: Operável - Os componentes de interface de usuário e a navegação têm de ser operáveis.

Diretriz 2.1 Acessível por Teclado: Fazer com que toda a funcionalidade fique disponível a partir do teclado.

2.1.1 Teclado: Toda a funcionalidade do conteúdo é operável através de uma interface de teclado sem a necessidade de qualquer espaço de tempo entre cada digitação individual, exceto quando a função subjacente requer entrada de dados que dependa da cadeia de movimento do usuário e não apenas dos pontos finais. (Nível A)

Nota 1: Esta exceção diz respeito à função subjacente, não à técnica de entrada de dados. Por exemplo, se utilizar escrita manual para introduzir texto, a técnica de entrada de dados (escrita manual) requer entrada de dados dependente de caminho, mas a função subjacente (entrada de texto) não.

Nota 2: Isto não proíbe, e não deve desencorajar, a entrada de dados através do mouse ou outros métodos de entrada de dados em conjunto à operação com o teclado.

2.1.2 Sem Bloqueio do Teclado: Se o foco do teclado puder ser movido para um componente da página utilizando uma interface de teclado, então o foco pode ser retirado desse componente utilizando apenas uma interface de teclado e, se for necessário mais do que as setas do cursor ou tabulação ou outros métodos de saída, o usuário deve ser informado sobre o método para retirar o foco. (Nível A)

Nota: Uma vez que qualquer conteúdo que não cumpra este critério de sucesso pode interferir com a capacidade de um usuário de utilizar toda a página, todo o conteúdo da página Web (quer seja utilizado para cumprir outros critérios de sucesso ou não) tem de cumprir este critério de sucesso. Consulte o Requisito de Conformidade 5: Não-Interferência.

2.1.3 Teclado (Sem Exceção): Toda a funcionalidade do conteúdo é operável através de uma interface de teclado sem a necessidade de qualquer espaço de tempo entre cada digitação individual. (Nível AAA)

Diretriz 2.2 Tempo Suficiente: Fornecer tempo suficiente aos usuários para lerem e utilizarem o conteúdo.

2.2.1 Ajustável por Temporização: Para cada limite de tempo definido pelo conteúdo, no mínimo, uma das seguintes afirmações é verdadeira: (Nível A)

  • Desligar: O usuário pode desligar o limite de tempo antes de o atingir; ou

  • Ajustar: O usuário pode ajustar o limite de tempo antes de o atingir, acima de um grande intervalo que dure, no mínimo, dez vezes mais do que a predefinição; ou

  • Prolongar: O usuário é avisado antes de o tempo expirar e tem, no mínimo, 20 segundos para prolongar o limite de tempo com uma simples ação (por exemplo, "pressionar a barra de espaços"), e o usuário pode prolongar o limite de tempo, no mínimo, dez vezes; ou

  • Exceção em Tempo Real: O limite de tempo é uma parte necessária de um evento em tempo real (por exemplo, um leilão), e não é possível nenhuma alternativa ao limite de tempo; ou

  • Exceção Essencial: O limite de tempo é essencial e prolongá-lo iria invalidar a atividade; ou

  • Exceção de 20 Horas: O limite de tempo é superior a 20 horas.

Nota: Este critério de sucesso ajuda a garantir que os usuários possam executar tarefas sem alterações inesperadas no conteúdo ou contexto, que são resultado de um limite de tempo. Este critério de sucesso deve ser considerado em conjunto com o Critério de Sucesso 3.2.1, que impõe limites nas alterações de conteúdo ou contexto como resultado da ação do usuário.

2.2.2 Colocar em Pausa, Parar, Ocultar: Para informações em movimento, em modo intermitente, em deslocamento ou em atualização automática, todas as seguintes afirmações são verdadeiras: (Nível A)

  • Em movimento, em modo intermitente, em deslocamento: Para quaisquer informações em movimento, em modo intermitente ou em deslocamento, que (1) sejam iniciadas automaticamente, (2) durem mais de cinco segundos, e (3) sejam apresentadas em paralelo com outro conteúdo, existe um mecanismo para o usuário colocar em pausa, ou ocultar as mesmas, a menos que o movimento, o modo intermitente ou o deslocamento façam parte de uma atividade, na qual sejam essenciais; e

  • Em atualização automática: Para quaisquer informações em atualização automática, que (1) sejam iniciadas automaticamente e (2) sejam apresentadas em paralelo com outro conteúdo, exista um mecanismo para o usuário colocar em pausa, parar ou ocultar as mesmas, ou controlar a frequência da atualização, a menos que a atualização automática faça parte de uma atividade, na qual é essencial.

Nota 1: Para obter requisitos relacionados com conteúdo em modo intermitente ou em modo flash, consulte a Diretriz 2.3.

Nota 2: Uma vez que qualquer conteúdo que não cumpra este critério de sucesso pode interferir com a capacidade de um usuário de utilizar toda a página, todo o conteúdo da página Web (quer seja ou não utilizado para cumprir outros critérios de sucesso) tem de cumprir este critério de sucesso. Consulte o Requisito de Conformidade 5: Não-Interferência.

Nota 3: O conteúdo que é atualizado periodicamente pelo software ou que é transmitido ao agente do usuário não tem obrigação de preservar ou apresentar as informações geradas ou recebidas entre o início de uma pausa e a continuação da apresentação, uma vez que tal pode não ser tecnicamente possível e, em muitas situações, pode ser confuso faze-lo.

Nota 4: Uma animação que ocorra como parte de uma fase de pré-carregamento ou situação semelhante pode ser considerada essencial se a interação não puder ocorrer durante essa fase para todos os usuários e se a não indicação do progresso puder confundir os usuários e levá-los a pensar que o conteúdo está bloqueado ou danificado.

2.2.3 Sem Temporização: A temporização não é uma parte essencial do evento ou da atividade apresentados pelo conteúdo, exceto para mídia sincronizada não interativa e eventos em tempo real. (Nível AAA)

2.2.4 Interrupções: As interrupções podem ser adiadas ou suprimidas pelo usuário, exceto interrupções que envolvam uma emergência. (Nível AAA)

2.2.5 Nova autenticação: Quando uma sessão autenticada expira, o usuário pode continuar a atividade sem perder dados após a nova autenticação. (Nível AAA)

Diretriz 2.3 Convulsões: Não criar conteúdo de uma forma conhecida que possa causar convulsões.

2.3.1 Três Flashes ou Abaixo do Limite: As páginas Web não incluem qualquer conteúdo com mais de três flashes no período de um segundo, ou o flash encontra-se abaixo dos limites de flash universal e flash vermelho. (Nível A)

Nota: Uma vez que qualquer conteúdo que não cumpra este critério de sucesso pode interferir com a capacidade de um usuário de utilizar toda a página, todo o conteúdo da página Web (quer seja ou não utilizado para cumprir outros critérios de sucesso) tem de cumprir este critério de sucesso. Consulte o Requisito de Conformidade 5: Não-Interferência.

2.3.2 Três Flashes: As páginas Web não incluem qualquer conteúdo com mais de três flashes no período de um segundo. (Nível AAA)

Diretriz 2.4 Navegável: Fornecer formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar o local onde estão.

Princípio 3: Compreensível - A informação e a operação da interface de usuário têm de ser compreensíveis.

Diretriz 3.1 Legível: Legível: Tornar o conteúdo de texto legível e compreensível.

3.1.1 Idioma da Página: o idioma pré-definido de cada página Web pode ser determinado de forma programática. (Nível A)

3.1.2 Idioma das Partes: O idioma de cada passagem ou frase do conteúdo pode ser determinada de forma programática, exceto para os nomes próprios, os termos técnicos, palavras de idioma indeterminado e palavras ou frases que se tornaram parte do vernáculo do texto imediatamente circundante. (Nível AA)

3.1.3 Palavras Incomuns: Está disponível um mecanismo para identificar definições específicas de palavras ou expressões utilizadas de uma forma restrita e incomum, incluindo expressões idiomáticas e jargões. (Nível AAA)

3.1.4 Abreviaturas: Está disponível um mecanismo para identificar a forma completa ou o significado das abreviaturas. (Nível AAA)

3.1.5 Nível de Leitura:Quando o texto exigir uma capacidade de leitura mais avançada do que o nível de educação média, após a remoção dos nomes e títulos adequados, está disponível conteúdo suplementar, ou uma versão que não exija uma capacidade de leitura mais avançada do que o ensino fundamental. (Nível AAA)

3.1.6 Pronúncia: Está disponível um mecanismo para identificar a pronúncia específica de palavras, em que o significado das mesmas, em contexto, é ambíguo se a pronúncia não for conhecida. (Nível AAA)

Diretriz 3.2 Previsível: Fazer com que as páginas Web surjam e funcionem de forma previsível.

3.2.1 Em Foco: Quando um componente recebe o foco, ele não inicia uma alteração de contexto. (Nível A)

3.2.2 Em Entrada: Alterar a definição de um componente de interface de usuário não provoca, automaticamente, uma alteração de contexto, a menos que o usuário tenha sido avisado sobre essa situação antes de utilizar o componente. (Nível A)

3.2.3 Navegação Consistente: Os mecanismos de navegação que são repetidos em várias páginas Web num conjunto de páginas Web ocorrem pela mesma ordem relativa à cada vez que são repetidos, a menos que seja iniciada uma alteração pelo usuário. (Nível AA)

3.2.4 Identificação Consistente: Os componentes que têm a mesma funcionalidade num conjunto de páginas Web são identificados de forma consistente. (Nível AA)

3.2.5 Alteração mediante solicitação: As alterações de contexto são iniciadas apenas a pedido do usuário, ou está disponível um mecanismo para desativar essas alterações. (Nível AAA)

Diretriz 3.3 Assistência de Entrada: Ajudar os usuários a evitar e corrigir erros.

3.3.1 Identificação do Erro: Se um erro de entrada for automaticamente detectado, o item que apresenta erro é identificado e o erro é descrito ao usuário por texto. (Nível A)

3.3.2 Etiquetas ou Instruções: Etiquetas ou instruções são fornecidas quando o conteúdo exigir a entrada de dados por parte do usuário. (Nível A)

3.3.3 Sugestão de Erro: Se um erro de entrada for automaticamente detectado e forem conhecidas sugestões de correção, então as sugestões são fornecidas ao usuário, a menos que ponham em perigo a segurança ou propósito do conteúdo. (Nível AA)

3.3.4 Prevenção de Erros (Legal, Financeiro, Dados): Para páginas Web que façam com que ocorram responsabilidades jurídicas ou transações financeiras para o usuário, que modificam ou eliminam dados controláveis pelo usuário em sistemas de armazenamento de dados, ou que enviem respostas de teste do usuário, no mínimo, uma das seguintes afirmações é verdadeira: (Nível AA)

  1. Reversível: Os envios de informações são reversíveis.

  2. Verificado: Os dados introduzidos pelo usuário são verificados quanto à existência de erros de entrada e é disponibiliada uma oportunidade ao usuário de os corrigir.

  3. Confirmado: Está disponível um mecanismo para rever, confirmar e corrigir as informações antes de finalizar o envio.

3.3.5 Ajuda: Está disponível ajuda contextualizada. (Nível AAA)

3.3.6 Prevenção de Erros (Todos): Para páginas Web que exijam que o usuário envie informações, no mínimo, uma das seguintes afirmações é verdadeira: (Nível AAA)

  1. Reversível: As submissões são reversíveis.

  2. Verificado: Os dados introduzidos pelo usuário são verificados quanto à existência de erros de entrada e é disponibiliada uma oportunidade ao usuário de os corrigir.

  3. Confirmado: Está disponível um mecanismo para rever, confirmar e corrigir as informações antes de finalizar o envio.

Princípio 4: Robusto - O conteúdo tem de ser robusto o suficiente para poder ser interpretado de forma concisa por diversos agentes do usuário, incluindo tecnologias assistivas.

Diretriz 4.1 Compatível: Maximizar a compatibilidade com atuais e futuros agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas.

4.1.1 Análise: No conteúdo implementado utilizando linguagens de marcação, os elementos dispõem de tags de início e de fim completas, os elementos estão encaixados de acordo com as respectivas especificações, os elementos não contêm atributos duplicados, e todos os IDs são exclusivos, exceto quando as especificações permitem estas características. (Nível A)

Nota: Tags de início e fim a que faltem um carácter crítico na sua formação, ou seja, falta de um sinal de maior ou um atributo incorreto, não estão completas.

4.1.2 Nome, Função, Valor: Para todos os componentes de interface de usuário (incluindo, mas não se limitando a: elementos de formulário, links e componentes gerados por scripts), o nome e a função podem ser determinados de forma programática; os estados, as propriedades e os valores que podem ser definidos pelo usuário podem ser definidos de forma programática; e a notificação sobre alterações a estes itens está disponível para agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas. (Nível A)

Nota: Este critério de sucesso destina-se, essencialmente, a Autores da Web que desenvolvem ou criam os seus próprios componentes de interface de usuário. Por exemplo, os controles HTML normais já cumprem este critério de sucesso quando utilizados de acordo com a especificação.

Conformidade

Esta seção é normativa.

Esta seção apresenta os requisitos de conformidade para a versão WCAG 2.0. Ela também fornece informações sobre como apresentar reivindicações de conformidade, que são opcionais. Finalmente, descreve o que significa ser suportado pela acessibilidade, uma vez que só existe conformidade se as tecnologias forem dependentes por questões de conformidade. Em Compreendendo Conformidade há uma explicação mais completa sobre o conceito "suportado pela acessibilidade".

Requisitos de Conformidade

Para que uma página Web esteja em conformidade com as WCAG 2.0, todos os seguintes requisitos de conformidade que devem ser satisfeitos:

1. Nível de Conformidade: Um dos seguintes níveis de conformidade é inteiramente cumprido.

  • Nível A: Para conformidade de Nível A (o nível mínimo de conformidade), a página Web|  satisfaz todos os Critérios de Sucesso de Nível A, ou é fornecida uma versão alternativa em conformidade.

  • Nível AA: Para conformidade de Nível AA, a página Web satisfaz todos os Critérios de Sucesso de Nível A e Nível AA, ou é fornecida uma versão alternativa em conformidade de Nível AA.

  • Nível AAA: Para conformidade de Nível AAA, a página Web satisfaz todos os Critérios de Sucesso de Nível A, Nível AA e Nível AAA, ou é fornecida uma versão alternativa em conformidade de Nível AAA.

Nota 1: Embora só se possa obter conformidade com os níveis acima referidos, os autores são encorajados a comunicar (nas reivindicações) quaisquer progressos no sentido de cumprir os critérios de sucesso a partir de todos os níveis para além do nível de conformidade alcançado.

Nota 2: Não é recomendado que a conformidade Nível AAA seja requirida como política geral para sites inteiros porque, para alguns conteúdos, não é possível satisfazer todos os Critérios de Sucesso de Nível AAA.

2. Páginas inteiras: A conformidade (e o nível de conformidade) aplica-se apenas a página(s) Web inteiras, e não pode ser alcançada se parte de uma página Web for excluída.

Nota 1: Para efeitos de conformidade, as alternativas a parte do conteúdo de uma página são consideradas como parte integrante dessa mesma página, quando puderem ser obtidas diretamente a partir da página, por exemplo, uma descrição longa ou uma apresentação alternativa em vídeo.

Nota 2: Os autores de páginas Web que não possam cumprir os requisitos de conformidade se o conteúdo estiver fora do seu controle, poderão apresentar uma Declaração de Conformidade Parcial.

3. Processos completos: Quando uma página Web fizer parte de uma série de páginas Web que apresentem um processo (i.e., uma sequência de passos necessários para executar uma atividade), todas as páginas Web no processo devem estar em conformidade com o nível específico ou com um nível superior. (Não é possível obter conformidade com um determinado nível se uma das páginas do processo não estiver em conformidade com esse nível ou com um nível superior.)

Exemplo: Uma loja online tem uma série de páginas que são usadas para selecionar e comprar produtos. Todas as páginas que compõem uma série desde o início ao fim (checkout) estão conforme com a definição de conformidade acordada para qualquer página do processo.

4. Apenas Formas Suportadas pela Acessibilidade de Utilização de Tecnologias: Apenas formas suportadas pela acessibilidade de usar tecnologias podem ser dependentes para satisfazer os critérios de sucesso. Qualquer informação ou funcionalidade fornecida de uma forma que não seja suportada pela acessibilidade está também disponível de uma forma que é suportada pela acessibilidade. (Consulte Noções sobre suportado por acessibilidade.)

5. Não-Interferência: Caso as tecnologias sejam utilizadas de um modo que não seja suportada pela acessibilidade, ou se não forem utilizadas em conformidade, isso não impede que os usuários acessem o resto da página. Além disso, a página Web, como um todo, continua a cumprir os requisitos de conformidade nas seguintes condições:

  1. quando qualquer tecnologia que não seja dependente for ligada num agente de usuário,

  2. quando qualquer tecnologia que não seja dependente for desligada num agente de usuário, e

  3. quando qualquer tecnologia que não seja dependente não for suportada por um agente de usuário

Além disso, os seguintes critérios de sucesso aplicam-se a todo o conteúdo da página, incluindo conteúdo que não é, de outra forma, dependente para cumprir requisitos de conformidade, porque a falha no cumprimento destes requisitos poderá interferir com a utilização da página:

  • 1.4.2 - Controle de Áudio,

  • 2.1.2 - Sem Bloqueio de Teclado,

  • 2.3.1 - Três flashes ou Abaixo do Limite, e

  • 2.2.2 - Colocar em Pausa, Parar, Ocultar.

Nota: Se uma página não poder estar em conformidade (porque se trata de uma página de teste de conformidade ou de uma página de exemplo), não poderá ser incluída no âmbito da conformidade ou numa reivindicação de conformidade.

Para obter mais informações, incluindo exemplos, consulte Compreendendo os Requisitos de Conformidade.

Reivindicações de Conformidade (Opcional)

A conformidade é definida apenas para páginas Web. Contudo, poderá ser apresentada uma reivindicação de conformidade em relação a uma página, uma série de páginas ou múltiplas páginas Web associadas.

Componentes Necessários de uma Reivindicação de Conformidade

As reivindicações de conformidade não são obrigatórias. Os autores podem estar em conformidade com as WCAG 2.0 sem fazerem reivindicação disso. No entanto, se for feita uma reivindicação de conformidade, ela tem de incluir a seguinte informação:

  1. Data da reivindicação

  2. Título, versão e URI das , "Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web 2.0 em http://www.w3.org/TR/2008/REC-WCAG20-20081211/"

  3. Nível de conformidade obtido: (Níveis A, AA ou AAA)

  4. Uma breve descrição das páginas Web, como, por exemplo, uma lista de URIs em relação aos quais a reivindicação é feita, incluindo ainda subdomínios que possam fazer parte da reivindicação.

    Nota 1: As páginas Web podem ser descritas em lista ou por uma expressão que descreva todos os URIs incluídos na reivindicação.

    Nota 2: Os produtos baseados na Web que não tiverem um URI antes da sua instalação no site Web do cliente, poderão apresentar uma declaração em como o produto estará em conformidade quando for instalado.

  5. Uma lista de tecnologias de conteúdo Web |dependentes.

Nota: Se um logotipo de conformidade for usado, ele constituirá uma reivindicação, tendo por isso de ser acompanhado pelos componentes necessários de uma declaração de conformidade listados acima.

Componentes Opcionais de uma Reivindicação de Conformidade

Além dos componentes necessários de uma reivindicação de conformidade acima referida, considere a disponibilização de informação para apoiar os usuários. A informação adicional recomendada inclui:

  • Uma lista de critérios de sucesso para além do nível de conformidade reivindicado que foram cumpridos. Esta informação deve ser fornecida numa forma que os usuários possam utilizar, de preferência metadados em formato legível por máquina.

  • Uma lista de tecnologias específicas que sejam "utilizadas mas não dependentes."

  • Uma lista de agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas que tenham sido utilizadas para testar o conteúdo.

  • Informação sobre quaisquer passos adicionais executados que excedam os critérios de sucesso para melhorar a acessibilidade.

  • Uma versão de metadados em formato legível por máquina da lista de tecnologias específicas que sejam dependentes.

  • Uma versão de metadados em formato legível por máquina da reivindicação de conformidade.

Nota 1: Consulte Compreendendo Reivindicações de Conformidade para mais informações e exemplos de reivindicações de conformidade..

Nota 2: Consulte Compreendendo Metadados para mais informação sobre o uso de metadados nas reivindicações de conformidade.

Declaração de Conformidade Parcial - Conteúdo de Terceiros

As vezes, são acrescentados conteúdos suplementares a páginas Web criadas. Por exemplo, um programa de correio eletrônico, um blog, um artigo que permita aos usuários adicionar comentários, ou aplicações que suportem conteúdos introduzidos pelo usuário. Outro exemplo seria uma página, tal como um portal ou site de notícias, composto por conteúdos agregados por múltiplos contribuidores, ou sites que introduzem automaticamente conteúdos a partir de outras fontes ao longo do tempo, do mesmo modo que os anúncios são inseridos de forma dinâmica.

Nestes casos, não é possível saber no momento da publicação original como vão ficar os conteúdos não controlados. É importante notar que os conteúdos não controlados podem afetar também a acessibilidade dos conteúdos controlados. Estão disponíveis duas opções:

  1. A determinação de conformidade pode ser feita com base no melhor conhecimento. Se uma página deste tipo for monitorizada e corrigida (o conteúdo que não está em conformidade é removido ou adaptado à conformidade) no prazo de dois dias úteis, então pode ser feita uma determinação ou reivindicação de conformidade, uma vez que a página está em conformidade, à exceção dos erros em conteúdos introduzidos a partir do exterior, que são corrigidos ou removidos assim que são encontrados. Não é possível fazer nenhuma reivindicação de conformidade, se não for possível monitorizar ou corrigir conteúdos que não estejam em conformidade;

    OU

  2. A "declaração de conformidade parcial" pode ser feita para uma página que não esteja em conformidade, mas que poderia ficar em conformidade se determinadas partes fossem removidas. A referência na declaração seria, "Esta página não está em conformidade, mas ficaria em conformidade com o nível X da versão WCAG 2.0, caso as seguintes partes procedentes de fontes não controladas fossem removidas." Além disso, as seguintes informações também se aplicam a conteúdos não controlados, apresentados na declaração de conformidade parcial:

    1. Conteúdo que não está sob o controle do autor.

    2. Apresentado num modo que os usuários podem identificar (por ex., não podem ser descritos como "todas as partes que não controlamos", salvo se estiverem assinaladas como tal.)

Declaração de Conformidade Parcial - Idioma

Uma "declaração de conformidade parcial por motivos de idioma" pode ser feita quando a página não está em conformidade, mas estaria se existisse suporte por acessibilidade para todo(s) o(s) idioma(s) utilizado(s) na página. A declaração seria, "Esta página não está em conformidade, mas ficaria em conformidade com o nível X da versão WCAG 2.0, caso existisse suporte por acessibilidade para o(s) seguinte(s) idioma(s):"

Anexo A: Glossário

Esta seção é normativa.

abreviação

forma abreviada de uma palavra, expressão ou nome, em que a abreviação não se torna parte da língua

Nota 1: Isto inclui siglas e acrônimos, onde:

  1. siglas são formas abreviadas de um nome ou frase criadas a partir das letras iniciais das palavras ou sílabas contidas neste nome ou frase

    Nota 1: Não definidas em todos os idiomas

    Exemplo 1: SNCF é a abreviação em Frances que contém as letras iniciais de Société Nationale des Chemins de Fer, a ferrovia nacional Francesa.

    Exemplo 2: ESP são as iniciais de extrasensory perception (percepções extrasensoriais).

  2. acrônimos são formas abreviadas criadas a partir de letras iniciais ou parte de outras palavras (em um nome ou expressão) as quais podem ser pronunciadas como uma palavra.

    Exemplo: NOAA é um acrônimo criado a partir das letras iniciais de National Oceanic and Atmospheric Administration dos Estados Unidos.

Nota 2: Algumas empresas adotaram o que costumava ser as iniciais como o próprio nome de suas empresas. Nesses casos, o novo nome da empresa são as letras (por exemplo: Ecma) e a palavra não é mais considerada uma abreviação.

agente de usuário

qualquer software que obtenha e apresente conteúdos da Web aos usuários.

Exemplo: navegadores Web, leitores de multimídia, plug-ins e outros programas — incluindo tecnologias assistivas — que ajudam a obter, apresentar e interagir com conteúdos Web.

ajuda contextualizada

texto de ajuda que fornece informações relacionadas com a função que esta sendo executada atualmente.

Nota: Etiquetas claras podem funcionar como ajuda sensível ao contexto.

alterações de contexto

alterações importantes no conteúdo da página Web se efetuadas sem conhecimento do usuário, podem desorientá-los, pois não podem visualizar a página como um todo.

As alterações de contexto incluem alterações de:

  1. agente de usuário;

  2. viewport;

  3. foco;

  4. conteúdo que altera o significado da página Web.

Nota: Uma alteração de conteúdo nem sempre é uma alteração de contexto. As alterações de conteúdo, tais como um contorno expansível, um menu dinâmico ou um controle de tabulação não alteram necessariamente o contexto, a menos que também alterem um dos quatro indicados acima (por ex., o foco).

Exemplo: Abrir uma nova janela, mover o foco para um componente diferente, acessar uma nova página (incluindo qualquer coisa que dê a sensação ao usuário de se ter deslocado para uma nova página) ou reorganizar significativamente o conteúdo de uma página, são exemplos de alterações de contexto.

alternativa textual

texto que está associado de forma programática a conteúdo não textual, ou referido a partir de texto associado de forma programática a conteúdo não textual. O texto associado de forma programática é aquele cuja localização pode ser determinada de forma programática a partir do conteúdo não textual.

Exemplo: Uma imagem de um gráfico é descrita em texto no parágrafo após o gráfico. A alternativa em texto abreviado para o gráfico indica que uma descrição é apresentada em seguida.

Nota: Para mais informações, consulte Compreendendo Alternativas em Texto.

alternativa para mídia baseada no tempo

documento que inclui descrições de texto, corretamente sequenciadas, de informações auditivas e visuais baseadas no tempo, e que fornece um meio para atingir os resultados de qualquer interação baseada no tempo

Nota: Uma apresentação utilizada para criar conteúdo de mídia sincronizada só cumpre esta definição se tiver sido corrigido para representar de forma precisa a mídia sincronizada final após a edição.

ambíguo para os usuários em geral

a finalidade não pode ser determinada a partir do link e de toda a informação da página Web apresentada ao usuário simultaneamente com o link (i.e., os leitores sem deficiências não saberiam qual a finalidade de um link até que fosse ativado)

Exemplo: A palavra "goiaba" na seguinte frase "Uma das maiores exportações é a goiaba" corresponde a um link. O link pode conduzir a uma definição de goiaba, a um gráfico que apresenta a quantidade de goiabas exportadas ou a uma fotografia de pessoas colhendo goiabas. Os leitores só poderão saber depois de ativarem o link e, neste caso, a pessoa com deficiência não se encontra em qualquer desvantagem.

ampliação (texto)

com, pelo menos, 18 pontos ou 14 pontos negrito, ou um tamanho de fonte que seja equivalente para fontes em Chinês, Japonês e Coreano (CJK)

Nota 1: fontes com traços extraordinariamente finos ou características incomuns, que reduzam a familiaridade dos seus formatos de letras, são mais difíceis de ler, especialmente com níveis de contraste mais baixos.

Nota 2: O tamanho da fonte é o tamanho em que o conteúdo é apresentado. Não inclui o redimensionamento que poderá ser feito pelo usuário.

Nota 3: O tamanho efetivo do caractere que o usuário vê depende do tamanho definido pelo autor e das definições de visualização do agente de usuário. Para muitas fontes do corpo de textos convencionais, 14 e 18 pontos é mais ou menos equivalente a 1,2 e 1,5 picas, ou a 120% ou 150% do tamanho predefinido para o corpo de texto (assumindo que a fonte do corpo de texto está a 100%); contudo, os autores teriam de verificar este aspecto para as fontes específicas em uso. Quando as fontes são definidas em unidades relativas, o tamanho efetivo do caractere é calculado pelo agente de usuário para visualização. O tamanho do caractere deve ser obtido a partir do agente de usuário ou calculado a partir de unidades métricas da fonte quando se avalia este critério de sucesso. Os usuários com baixa visão ficariam responsáveis por escolher as definições adequadas.

Nota 4: Quando se utiliza texto sem especificar o tamanho de fonte, deve assumir-se o menor tamanho de fonte utilizado nos principais browsers para de fontes não especificados deverá ser considerado um tamanho razoável de fonte. Se um cabeçalho de nível 1 for apresentado nos principais browsers em 14 pontos negrito, ou superior, então será razoável assumir que se trata de texto grande. O escalonamento relativo pode ser calculado com base nos tamanhos predefinidos de modo semelhante.

Nota 5: Os tamanhos de caracteres 18 e 14 para textos romanos são obtidos a partir do tamanho mínimo para caracteres ampliados (14 pontos) e do tamanho padrão de fonte ampliada (18 pontos). Para outros tipos de fonte, tais como as línguas Chinêsa, Japonêsa e Coreana (CJK), os tamanhos "equivalentes" seriam os tamanhos mínimos impressão em caracteres ampliados utilizados para essas línguas e o tamanho imediatamente a seguir de caracteres padrões ampliados.

ao vivo

informação obtida a partir de um evento real e transmitida em tempo real ao receptor com não mais que o atraso proveniente da transmissão.

Nota 1: Um atraso na transmissão consiste num pequeno atraso (normalmente automatizado) utilizado, por exemplo, para dar tempo ao transmissor de colocar em fila de espera ou censurar a transmissão do áudio (ou vídeo), mas não o tempo suficiente para permitir uma edição significativa.

Nota 2: Se a informação for totalmente gerada por computador, então não é ao vivo.

apenas áudio

uma apresentação baseada no tempo que contém apenas áudio (sem vídeo e sem interação)

apenas vídeo

uma apresentação baseada no tempo que contém apenas vídeo (sem áudio e sem interação)

apresentação

composição do conteúdo de forma que seja compreendido pelos usuários.

arte ASCII

imagem criada por uma disposição espacial de caracteres ou glifos (normalmente, a partir dos 95 caracteres imprimíveis definidos pelo ASCII).

áudio

a tecnologia de reprodução de som

Nota: O áudio pode ser criado sinteticamente (incluindo a síntese de fala), gravado a partir de sons reais, ou ambos.

audiodescrição

narração adicionada à trilha sonora para descrever detalhes visuais importantes que não podem ser compreendidos a partir apenas da trilha sonora principal

Nota 1: A audiodescrição de vídeo fornece informações sobre ações, personagens, mudanças de cenário, textos na tela e outro conteúdo visual.

Nota 2: Na audiodescrição normal, a narração é adicionada durante as pausas existentes no diálogo. (Consulte também a audiodescrição extendida.)

Nota 3: Se todas as informações sobre o vídeo já estiverem incluídas no áudio, não é necessária qualquer audiodescrição adicional.

Nota 4: Também designada por "vídeo-descrição" e "narrativa descritiva."

audiodescrição extendida

audiodescrição adicionada a uma apresentação audiovisual através da pausa no vídeo, de forma a haver tempo para adicionar a descrição extendida

Nota: Esta técnica só é utilizada se o sentido do vídeo se perder sem a audiodescrição adicional e as pausas entre o diálogo/narração forem curtas demais.

blocos de texto

mais de uma frase de texto.

CAPTCHA

iniciais de "Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart" (Teste Público de Turing Completamente Automatizado para Diferenciar Computadores e Humanos).

Nota 1: Os testes CAPTCHA implicam, muitas vezes, pedir ao usuário para digitar texto que é apresentado numa imagem obscura ou num arquivo de áudio.

Nota 2: Um teste de Turing é qualquer sistema de testes concebido para diferenciar um humano de um computador. O nome provém de um famoso cientista de informática, chamado Alan Turing. O termo foi criado por pesquisadores da Carnegie Mellon University. [CAPTCHA]

componente de interface de usuário

parte do conteudo que é percebido pelos usuários como um simples controle para uma função específica.

Nota 1: É possível implementar vários componentes de interface de usuário como apenas um único elemento programático. Esses componentes não estão relacionados às técnicas de programação, mas sim ao que o usuário entende como sendo controles independentes.

Nota 2: Os componentes da interface de usuário incluem elementos de um formulario e links, bem como componentes gerados por scripts.

Exemplo: Uma mini-aplicação tem um "controle" que pode ser utilizado para se deslocar através de conteúdos por linha ou por página ou por acesso aleatório. Uma vez que cada um destes necessita de um nome e de ser definido de forma independente, cada um deles seria um "componente da interface de usuário."

conformidade

cumprir todos os requisitos de um determinado padrão, diretriz ou especificação

conjunto de páginas Web

um conjunto de páginas Web que compartilham um objetivo comum e que são criadas pelo mesmo autor, grupo ou organização

Nota: Versões de línguas diferentes seriam consideradas como sendo conjuntos diferentes de páginas Web.

contexto do link determinado de forma programática

informação adicional que pode ser determinada de forma programática a partir de relações com um link, combinada com o texto de link e apresentada aos usuários de diferentes maneiras

Exemplo: Em HTML, a informação que é determinada de forma programática a partir de um link em inglês inclui texto que se encontra no mesmo parágrafo, lista ou célula de uma tabela como sendo o link, ou numa célula de cabeçalho numa tabela associado a célula da tabela que contém o link.

Nota: Uma vez que os leitores de tela interpretam a pontuação, eles fornecem também a frase como contexto do link em que o foco se encontra.

conteúdo (conteúdo Web)

informação e experiência sensorial a serem comunicadas ao usuário através de um agente de usuário, incluindo o código ou a marcação que define a estrutura, a apresentação e as interações.

conteúdo não textual

qualquer conteúdo que não seja uma sequência de caracteres que possa ser determinado de forma programática, ou onde a sequência não exprima algo em linguagem humana

Nota: Isto inclui arte ASCII (que consiste num padrão de caracteres), emoticons, leetspeak (que utiliza a substituição de caracteres), e imagens que representem texto

conteúdo suplementar

conteúdo adicional que ilustra ou explica o conteúdo principal

Exemplo 1: Uma versão áudio de uma página Web.

Exemplo 2: Uma ilustração de um processo complexo.

Exemplo 3: Um parágrafo que resume os principais resultados e recomendações obtidos numa pesquisa.

controlável pelo usuário

dados destinados a serem acessados pelos usuários

Nota: Isto não se refere, por exemplo, a registos de Internet e dados de monitoração de mecanismos de busca.

Exemplo: Campos de nome e endereço de uma conta de usuário.

definido de forma programática

definido por software utilizando métodos que são suportados por agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas

dependentes (tecnologias que são)

o conteúdo não está em conformidade caso esta tecnologia seja desligada ou não seja suportada

determinado de forma programática (determinável de forma programática)

determinado pelo software a partir de dados fornecidos pelo autor, de forma a que os diferentes agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas, possam extrair e apresentar esta informação aos usuários de diferentes maneiras

Exemplo 1: Determinado numa linguagem de marcação a partir de elementos e atributos que são acessados diretamente através de tecnologias assistivas normalmente disponíveis.

Exemplo 2: Determinado a partir de tecnologias especificas de estrutura de dados numa linguagem que não é de marcação e exposta a tecnologia assistiva através de uma API de acessibilidade que é suportada por tecnologia assistiva facilmente disponível.

em modo intermitente

retroceder e avançar entre dois estados visuais, de um modo destinado a chamar a atenção

Nota: Consulte também o flash. É possível que algo seja suficientemente grande e tenha uma luz intermitente suficientemente brilhante, na frequência correta, para também ser classificado como um flash.

em pausa

interrompido a pedido do usuário e não retomado até que seja novamente pedido pelo usuário

emergência

uma repentina e inesperada situação que requer ação imediata para preservar a saúde, segurança ou propriedade

erro de entrada

informação fornecida pelo usuário que não é aceita

Nota: Isto inclui:

  1. Informação que é solicitada pela página Web mas omitida pelo usuário

  2. Informação que é fornecida pelo usuário, mas que não se enquadra no formato ou valores dos dados exigidos

essencial

se removido, alterará profundamente a informação ou funcionalidade do conteúdo, e a informação e a funcionalidade não podem ser obtidas de uma outra forma para ficarem em conformidade

estrutura
  1. O modo como as partes de uma página Web estão organizadas em relação umas às outras; e

  2. O modo como um conjunto de páginas Web está organizado

etiqueta

texto ou outro componente com uma alternativa em texto que é apresentado ao usuário para identificar um componente no conteúdo Web

Nota 1: É apresentada uma etiqueta a todos os usuários, ao passo que o nome poderá estar oculto e fique visível apenas através de tecnologia assistiva. Em muitos casos (mas não todos), o nome e a etiqueta são os mesmos.

Nota 2: O termo etiqueta não está limitado ao elemento label em HTML.

evento em tempo real

evento que a) ocorre ao mesmo tempo em que é visto e b) não é totalmente gerado pelo conteúdo

Exemplo 1: Uma Webcast de uma apresentação ao vivo (ocorre ao mesmo tempo que é vista e não é pré-gravada).

Exemplo 2: Um leilão online com pessoas dando lances. (ocorre ao mesmo tempo que é visto).

Exemplo 3: Indivíduos que interagem num mundo virtual utilizando avatars (não é totalmente gerado pelo conteúdo e ocorre ao mesmo tempo que é visto).

experiência sensorial específica

uma experiência sensorial que não é meramente decorativa e não transmite informação importante, nem desempenha nenhuma função

Exemplo: Os exemplos incluem a execução de um solo de flauta, trabalhos de artes visuais, etc.

expressão idiomática

expressão cujo significado não pode ser deduzido a partir do significado de palavras isoladas, e as palavras específicas não podem ser alteradas sem perder o seu significado

Nota: as expressões idiomáticas não podem ser traduzidas diretamente, palavra por palavra, sem perder o seu sentido (cultural ou dependencia da língua).

Exemplo 1: Em inglês, "spilling the beans" significa "revelar um segredo". Contudo, "knocking over the beans" (derrubar os feijões) ou "spilling the vegetables" (deixar cair os feijões) não tem o mesmo significado.

Exemplo 2: Em japonês, a expressão "さじを投げる" traduz-se literalmente como "ele joga uma colher" , mas significa que não existe mais nada que ele possa fazer e que, finalmente, ele desiste.

Exemplo 3: Em holandês, "Hij ging met de kippen op stok" traduz-se literalmente como "Deitou-se com as galinhas", mas significa que ele foi cedo para a cama.

finalidade do link

natureza do resultado obtido pela ativação de um hyperlink.

flash

um par de alterações opostas numa luminescência relativa, que pode causar convulsões em algumas pessoas caso a exposição seja prolongada e ocorram num determinado intervalo de frequência

funcionalidade

processos e resultados alcançáveis através da ação do usuário

função

texto ou número através do qual o software pode identificar a função de um componente num conteúdo da Web

Exemplo: Um número que indica se uma imagem funciona como link, botão de comando ou caixa de verificação.

idioma

linguagem que é falada, escrita ou expressa (por meio visual ou tátil) para comunicar com os humanos

Nota: Consulte também língua de sinais.

imagem de texto

texto que foi convertido para um formato não textual (por ex., uma imagem) para se obter um determinado efeito visual

Nota: Isto não inclui texto pertencente a uma imagem que contenha outro conteúdo visual importante.

Exemplo: O nome de uma pessoa em um crachá em uma fotografia.

informativo

para fins informativos e não necessário por questões de conformidade

Nota: O conteúdo necessário por questões de conformidade está referenciado como "normativo."

interface de teclado

interface utilizada pelo software para obter entradas por digitação

Nota 1: A interface de teclado permite aos usuários introduzir dados por teclado nos programas, mesmo que a tecnologia nativa não disponha de teclado.

Exemplo: Um PDA com tela sensivel ao toque tem uma interface de teclado incorporada no seu sistema operacional, bem como uma conexão para teclados externos. As aplicações no PDA podem utilizar a interface para obter dados de entrada por teclado, quer a partir de um teclado externo, quer a partir de outras aplicações que forneçam dados de saída por teclado simulados, tais como sistemas de interpretação de caracteres manuscritos ou aplicações "fala-para-texto" com a funcionalidade de "emulação de teclado".

Nota 2: O funcionamento da aplicação (ou partes da aplicação) através de um emulador de teclado operado pelo mouse, tais como as MouseKeys, não a qualifica como sendo uma operação por interface de teclado porque a operação do programa é, neste caso, feita pela sua interface de dispositivo apontador e não pela sua interface de teclado.

interpretação em língua de sinais

tradução de uma língua, normalmente uma língua falada, para língua de sinais

Nota: As verdadeiras línguas sinais são línguas independentes não relacionadas com a(s) língua(s) faladas no mesmo país ou região.

jargão

palavras utilizadas pelas pessoas de uma forma particular num campo específico

Exemplo: A palavra StickyKeys (teclas presas) faz parte do jargão utilizado no contexto da tecnologia assistiva/acessibilidade.

legendas

imagens sincronizadas e/ou alternativa em texto para informação de áudio, com ou sem fala, necessárias para compreender o conteúdo em mídia.

Nota 1: Estas legendas são semelhantes às legendas só de diálogo, exceto as que transmitem não só o conteúdo do diálogo falado, como também equivalentes à informação de áudio sem diálogo, necessários para compreender o conteúdo do programa, incluindo efeitos sonoros, música, risos, localização e identificação do interlocutor.

Nota 2: As Legendas Ocultas são equivalentes que podem ser ativadas e desativadas em alguns leitores multimídia.

Nota 3: As Legendas Abertas são legendas que não podem ser desativadas. Por exemplo, se as legendas forem imagens de texto equivalentes à parte visual, incorporadas no vídeo.

Nota 4: As legendas não devem ocultar nem obstruir informações relevantes do vídeo.

Nota 5: Em alguns países, as legendas de diálogo e de áudio e as legendas só de diálogo designam-se ambas por "legendas".

Nota 6: As audiodescrições podem ser legendadas, mas não obrigatoriamente, uma vez que são descrições de informações que já se encontram presentes visualmente.

limites de flash universal e flash vermelho

um flash ou alteração rápida de sequência de imagem encontra-se abaixo do limite (i.e., conteúdo que passa) se qualquer uma das seguintes afirmações for verdadeira:

  1. não existem mais de três flashes universais e/ou mais de três flashes vermelhos no período de um segundo, ou

  2. a área combinada de flashes que ocorrem ao mesmo tempo não ocupa mais de um total de .006 esterradianos num campo visual de 10 graus na tela (25% de um campo visual de 10 graus na tela) a uma distância normal de visualização

onde:

  • Um flash universal é definido como um par de alterações opostas na luminescência relativa de 10% ou superior da luminescência relativa máxima em que a luminescência relativa da imagem mais escura está abaixo dos 0.80; e em que "o par de alterações opostas" aumenta seguido por um decréscimo, ou diminui seguido por um acréscimo, e

  • Um flash vermelho é definido como um qualquer par de transições opostas envolvendo uma saturação de vermelho.

Excesão: fazer um Flash que é fino, balanceado, que usa um padrão equivalente ao sinal aleatório de ruído branco ou ao padrão alternado de um tabuleiro de damas com "quadrados" menores do que 0,1 grau (de um campo visual a uma distância de visualização típica), num dos lados, não viola os limites.

Nota 1: Para softwares e conteudo web em geral, a utilização de um retângulo de 341 x 256 pixels em qualquer parte da área da tela apresentada quando o conteúdo é visualizado em 1024 x 768 pixels, irá fornecer uma boa estimativa de um campo visual de 10 graus para tamanhos de tela e distâncias de visualização normais (por ex., telas de 15 a 17 pol. a 22 a 26 pol.). (As telas de resoluções mais altas que mostram o mesmo conteúdo produzem imagens menores e seguras, por isso são as resoluções mais baixas que são utilizadas para definir os limites.)

Nota 2: Uma transição é a alteração na luminescência relativa (ou luminescência relativa/cor para flash vermelho) entre altos e baixos adjacentes num plano de medida de luminescência relativa (ou luminescência relativa/cor para flash vermelho) em comparação com o tempo. Um flash consiste em duas transições contrárias.

Nota 3: A atual definição no campo para "par de transições contrárias, envolvendo um vermelho intenso" indica que, para cada um ou ambos os estados envolvidos em cada transição, R/(R+ G + B) >= 0,8, e a alteração no valor de (R-G-B)x320 é > 20 (valores negativos de (R-G-B)x320 estão definidos para zero) para ambas as transições. Os valores R, G, B variam entre 0 a 1, conforme especificado na definição de “luminescência relativa”. [HARDING-BINNIE]

Nota 4: Estão disponíveis ferramentas que irão executar uma análise a partir da captura de tela de vídeo. Contudo, não é necessária nenhuma ferramenta para avaliar esta condição, se o flash for inferior ou igual a 3 flashes num segundo. O conteúdo passa automaticamente (consulte 1 e 2 acima).

luminescência relativa

a luminescência relativa de um qualquer ponto num espaço de cor, em que 0 é para o preto mais escuro e 1 para o branco mais claro

Nota 1: Para o espaço de cor sRGB, a luminescência relativa de uma cor é definida como L = 0,2126 * R + 0,7152 * G + 0,0722 * B em que R, G e B são definidos da seguinte forma:

  • se RsRGB <= 0.03928 então R = RsRGB/12,92 ou R = ((RsRGB+0,055)/1,055) ^ 2.4

  • se GsRGB <= 0.03928 então G = GsRGB/12,92 ou G = ((GsRGB+0,055)/1,055) ^ 2.4

  • se BsRGB <= 0.03928 então B = BsRGB/12,92 ou B = ((BsRGB+0.055)/1.055) ^ 2.4

e RsRGB, GsRGB, e BsRGB são definidos da seguinte forma:

  • RsRGB = R8bit/255

  • GsRGB = G8bit/255

  • BsRGB = B8bit/255

O caractere "^" representa o operador de exponenciação. (Fórmula obtida a partir de [sRGB] e [IEC-4WD]).

Nota 2: Praticamente todos os sistemas utilizados atualmente para visualizar conteúdos da Web assumem a codificação sRGB. Exceto quando se sabe que será utilizado outro espaço de cor para processar e visualizar o conteúdo, os autores deverão avaliar a utilizando o espaço de cor sRGB. Caso utilize outros espaços de cor, consulte Compreendendo Critério de Sucesso 1.4.3.

Nota 3: Se, após a apresentação surgir um sombreado, então será utilizado o valor da cor de origem. Para cores sombreadas na origem, dever-se-á utilizar os valores médios das cores sombreadas (média R, média G e média B).

Nota 4: Existem ferramentas que calculam automaticamente quando se testa o contraste e o flash.

Nota 5: Está disponível uma versão MathML da definição da luminescência relativa

língua de sinais

uma língua que utiliza combinações de movimentos das mãos e dos braços, expressões faciais ou posições corporais para transmitir significados

mecanismo

processo ou técnica para se alcançar um resultado

Nota 1: O mecanismo pode ser explicitamente apresentado no conteúdo, ou pode se tornar disponível dependendo da plataforma ou dos agentes de usuário, incluindo tecnologias assistivas.

Nota 2: O mecanismo deve cumprir todos os critérios de sucesso para o nível de conformidade em questão.

meramente decorativo

que serve apenas um objetivo estético, não fornecendo informação e sem qualquer funcionalidade

Nota: O texto é meramente decorativo se as palavras puderem ser reorganizadas ou substituídas sem alterar a sua finalidade.

Exemplo: A capa de um dicionário com palavras aleatórias pouco proeminentes em plano de fundo.

mesma funcionalidade

o mesmo resultado quando utilizado

Exemplo: Um botão para submeter uma "pesquisa" numa página Web e um botão para "localizar" outras páginas Web poderão ambos ter um campo que permita a introdução de uma palavra chave e apresentar tópicos no site da Web relacionados com a palavra submetida. Neste caso, teriam a mesma funcionalidade, mas não seriam etiquetados de forma consistente.

mesma ordem relativa

a mesma posição em relação a outros itens

Nota: Considera-se que os itens se encontram na mesma ordem relativa, mesmo se forem inseridos ou retirados outros itens na ordem original. Por exemplo, a expansão de menus de navegação permite a introdução de um nível de detalhe adicional, ou a introdução de uma seção de navegação secundária na ordem de leitura.

mídia alternativa para texto

mídia que não apresenta mais informação do que a que já se encontra presente em texto (diretamente ou por intermédio de alternativas em texto)

Nota: É fornecida uma alternativa em mídia para texto aos que se beneficiam de representações alternativas de texto. As alternativas em mídia para texto podem ser compostas por apenas áudio, apenas vídeo (incluindo vídeo de língua de sinais) ou por áudio-vídeo.

mídia sincronizada

áudio ou vídeo sincronizados com outro formato para apresentação de informações e/ou com componentes interativos baseados no tempo, a não ser que a mídia seja uma mídia alternativa para texto que esteja claramente identificada como tal

navegado de forma sequencial

navegado em uma ordem definida para avanço de foco (de um elemento para outro) utilizando uma interface de teclado

nível de educação básica

período de seis anos que tem início entre os cinco e os sete anos de idade, possivelmente sem existir qualquer ensino anterior

Nota: Esta definição baseia-se no Padrão Internacional de Classificação de Educação [UNESCO].

nível de educação média

o período de dois ou três anos de escolaridade que tem início após a conclusão dos primeiros seis anos de escolaridade e que termina nove anos após o início do ensino básico

Nota: Esta definição baseia-se no Padrão Internacional de Classificação de Educação a [UNESCO].

nome

texto através do qual o software pode identificar um componente no conteúdo da Web para o usuário

Nota 1: O nome poderá estar oculto e ficar visível apenas através de tecnologia assistiva, ao passo que uma etiqueta está visível a todos os usuários. Em muitos casos (mas não todos), o nome e a etiqueta são os mesmos.

Nota 2: Isto não está relacionado com o atributo name em HTML.

normativo

necessário para conformidade

Nota 1: Pode estar em conformidade com uma variedade de formas bem definidas para esse documento.

Nota 2: O conteúdo identificado como sendo "informativo" ou "não-normativo" nunca é exigido para conformidade.

numa janela de tela inteira

na maioria das telas comuns de computadores de desktops/notebooks com viewport maximizado

Nota: Visto que as pessoas normalmente utilizam os seus computadores durante vários anos, recomendamos que não se sujeite às mais recentes resoluções de computadores de desktops/notebooks, mas que, ao efetuar esta avaliação, tenha em consideração as resoluções mais comuns de computadores de desktops/notebooks ao longo de vários anos.

página Web

um recurso não incorporado a partir de um único URI utilizando HTTP mais quaisquer outros recursos que sejam utilizados na apresentação ou destinados a serem apresentados em conjunto com o mesmo por um agente de usuário

Nota 1: Embora quaisquer "outros recursos" possam ser apresentados em conjunto com o recurso principal, não seriam necessariamente apresentados em simultâneo.

Nota 2: Para efeitos de conformidade com estas diretrizes, um recurso tem de ser "não incorporado" no âmbito da conformidade, de forma a ser considerado uma página Web.

Exemplo 1: Um recurso Web que inclui todas as imagens e mídias incorporadas.

Exemplo 2: Um programa Web de correio eletrônico construído utilizando Asynchronous JavaScript e XML (AJAX). O programa está totalmente alojado em http://example.com/mail, mas inclui uma caixa de entrada, uma área de contatos e um calendário. São fornecidos links ou botões que permitem visualizar a caixa de entrada, os contatos ou o calendário, mas que não alteram o URI da página totalmente.

Exemplo 3: Um portal personalizável, em que os usuários podem escolher o conteúdo a partir de um conjunto de diferentes módulos de conteúdos.

Exemplo 4: Ao entrar em "http://shopping.example.com/" no seu browser, você entra em um ambiente de compras interativo semelhante a um filme, em que se pode deslocar visualmente numa loja, arrastar produtos das prateleiras ao seu redor e colocá-los num carrinho de compras em sua frente. Ao clicar num produto, este é apresentado com uma folha de especificações ao lado. Isto poderá ser um site da Web de apenas uma página, ou apenas uma única página dentro de um site da Web.

personalizado visualmente

a fonte, o tamanho, a cor e o fundo podem ser definidos

processo

conjunto de ações do usuário, em que cada ação é necessária para executar uma atividade

Exemplo 1: Uso com sucesso de uma série de páginas Web num site de compras requer que os usuários visualizem produtos, preços e ofertas alternativas, selecionem produtos, faça uma compra, forneçam informação sobre o envio e sobre o pagamento.

Exemplo 2: Uma página de registo de conta requer o preenchimento correto de um teste de Turing antes de acessar o formulário de registo.

pré-gravado

informações que não são ao vivo

relação de contraste

(L1 + 0,05) / (L2 + 0,05), em que

Nota 1: As relações de contraste podem variar entre 1 a 21 (normalmente indicado por 1:1 a 21:1).

Nota 2: Uma vez que os autores não têm controle sobre as configurações do usuário, quanto à forma como o texto é apresentado, (por exemplo, fonte suave ou anti-aliasing), a relação de contraste para o texto pode ser avaliada com a opção pixelização (anti-aliasing) desativada.

Nota 3: Para os propósitos dos Critérios de Sucesso 1.4.3 e 1.4.6, o contraste é medido respeitando o fundo no qual o texto esta sendo apresentando em utilização normal. Se não for especificada a cor de fundo, é assumida a cor branca.

Nota 4: Em utilização normal, a cor de fundo é a cor especificada do conteúdo sobre o qual o texto deve ser apresentado. É uma falha se não existir nenhuma cor de fundo especificada quando a cor do texto está especificada, uma vez que a cor de fundo predefinida do usuário é desconhecida e não pode ser suficientemente avaliada para contraste. Pela mesma razão, é uma falha se não existir nenhuma cor de texto especificada quando a cor de fundo está especificada.

Nota 5: Quando existir uma borda em volta da letra, a borda pode adicionar contraste e poderia ser utilizada para calcular o contraste entre a letra e o respectivo fundo. Uma borda fina em volta da letra é utilizada como a própria letra. Uma borda larga em volta da letra, que preenche os detalhes interiores da mesma, funciona como uma auréola e será considerado como fundo.

Nota 6: A conformidade das WCAG deve ser avaliada relativamente aos pares de cores especificados no conteúdo, que um autor esperaria aparecer de modo adjacente em apresentação normal. Os autores não necessitam considerar apresentações incomuns, tais como alterações de cor efetuadas pelo agente de usuário, exceto quando provocadas pelo código dos autores.

relações

associações coerentes entre unidades distintas de conteúdo

responsabilidades jurídicas

transações em que o indivíduo se compromete legalmente em uma obrigação ou benefício vinculativo.

Exemplo: Uma certidão de casamento, uma transação bolsista (financeira e jurídica), um testamento, um empréstimo, adoção, alistamento no exército, qualquer tipo de contrato, etc.

satisfaz um critério de sucesso

o critério de sucesso não avalia como 'falso' quando aplicado à página

seção

Uma parte independente de um conteúdo escrito que aborda um ou mais tópicos ou pensamentos relacionados

Nota: Uma seção pode consistir num ou mais parágrafos e incluir gráficos, tabelas, listas e subseções.

sequência de leitura correta

qualquer sequência, na qual as palavras e os parágrafos são apresentados numa ordem que não altera o significado do conteúdo

suportado pela acessibilidade

suportado pelas tecnologias assistivas dos usuários, bem como pelas características de acessibilidade existentes nos browsers e outros agentes de usuário.

Para qualificar como uma tecnologia de conteudo WEB com suportada pela acessibilidde (ou característica de uma tecnologia), têm de ser cumpridos ambos os pontos 1 e 2 para uma tecnologia de conteúdo da Web (ou característica):

 
  1. A forma como a tecnologia de conteúdo da Web é utilizada tem de ser suportada por tecnologia assistiva dos usuários (AT). Isto significa que a interoperabilidade da utilização da tecnologia foi testada com a tecnologia assistiva dos usuários na(s) linguagem(ns) humana(s) do conteúdo,

    E

  2. A tecnologia de conteúdo da Web tem de ter agentes de usuários com suporte a acessibilidade disponiveis para os usuários. Isto significa que, no mínimo, uma das seguintes quatro afirmações é verdadeira:

    1. A tecnologia é suportada de forma nativa em agentes de usuários amplamente distribuídos, que também são suportados por acessibilidade (tal como HTML e CSS);

      OU

    2. A tecnologia é suportada num plug-in amplamente distribuído, que também é suportado pela acessibilidade;

      OU

    3. O conteúdo está disponível num ambiente fechado, tal como uma universidade ou rede empresarial, em que o agente de usuário requerido pela tecnologia e utilizado pela organização também é suportado pela acessibilidade;

      OU

    4. Os agentes de usuário que suportam a tecnologia são suportados por acessibilidade e estão disponíveis para download ou compra de forma a:

      • não custar mais a uma pessoa com decficiência do que a uma pessoa sem deficiência e

      • ser tão fácil de encontrar e obter para uma pessoa com deficiência como é para uma pessoa sem deficiência.

Nota 1: O Grupo de Trabalho WCAG e o W3C não especificam qual ou quanto custa o suporte para tecnologias assistivas para uma determinada utilização de uma tecnologia Web ser classificada como suportada pela acessibilidade. (Consulte o Nível de Suporte por Tecnologia Assistiva Necessário para "Suporte pela Acessibilidade".)

Nota 2: As tecnologias Web podem ser utilizadas de formas que não sejam suportadas pela acessibilidade, desde que não sejam dependentes e que a página, como um todo, cumpra os requisitos de conformidade, incluindo o Requisito de Conformidade 4: Apenas Formas de Utilizar Tecnologias Suportados por Acessibilidad e o Requisito de Conformidade 5: Não-Interferência.

Note 3: Quando uma Tecnologia Web é utilizada de um modo "suportado pela acessibilidade", não implica que toda a tecnologia ou todas as utilizações da tecnologia sejam suportadas. A maioria das tecnologias, incluindo HTML, não têm suporte para, no mínimo, uma característica ou utilização. As páginas só estão em conformidade com as WCAG , se as utilizações da tecnologia que são suportadas pela acessibilidade puderem ser dependentes, de forma a cumprir os requisitos das WCAG.

Nota 4: Ao mencionar tecnologias de conteúdo da Web que tenham várias versões, é necessário especificar as versões suportadas.

Nota 5: Uma das formas para os autores localizarem utilizações de uma tecnologia que são suportadas pela acessibilidade é consultar compilações de utilizações que estão documentadas como sendo suportadas pela acessibilidade. (Consulte Compreendendo Utilizações de Tecnologia Web Suportadas pela Acessibilidade.) Os autores, as empresas, os fornecedores de tecnologia, ou outros, podem documentar formas de utilizar tecnologias de conteúdo da Web suportados pela acessibilidade. Contudo, é necessário que todas as formas de utilização de tecnologias na documentação cumpram a definição de tecnologias de conteúdo da Web suportadas pela acessibilidade apresentada acima.

tecnologia (conteúdo da Web)

mecanismo de codificação de instruções a serem apresentadas, reproduzidas ou executadas pelos agentes de usuário

Nota 1: Tal como é utilizado nestas diretrizes, "Tecnologia Web" e a palavra "tecnologia" (quando utilizada isoladamente) referem-se às Tecnologias de Conteúdo Web.

Nota 2: As tecnologias de conteúdo da Web podem incluir linguagens de marcação, formato de dados, ou linguagens de programação que os autores podem utilizar isoladamente ou em combinação, de forma a criar experiências ao usuário final que variam de páginas Web estáticas, apresentações em mídia sincronizada e a aplicações da Web dinâmicas.

Exemplo: Alguns exemplos comuns de tecnologias de conteúdo da Web incluem HTML, CSS, SVG, PNG, PDF, Flash e JavaScript.

tecnologia assistiva (tal como é utilizado neste documento)

hardware e/ou software que funcionam como um agente de usuário, ou juntamente com um agente de usuário convencional, que fornecem funcionalidade para cumprir as necessidade de usuários com deficiências, que vão além dos oferecidos pelos agentes de usuário convencionais

Nota 1: a funcionalidade fornecida pela tecnologia assistiva inclui apresentações alternativas (por ex., síntese de fala ou conteúdo ampliado), métodos de entrada alternativos (por ex., voz), mecanismos de orientação ou navegação adicionais e transformações de conteúdo (por ex., para tornar as tabelas mais acessíveis).

Nota 2: As tecnologias assistivas se comunicam, muitas vezes, com agentes de usuário convencionais através de dados e mensagem usando e monitorando APIs.

Nota 3: A diferença entre agentes de usuário convencionais e tecnologias assistivas não é absoluta. Muitos agentes de usuário convencionais fornecem algumas funcionalidades para ajudar pessoas com deficiências. A principal diferença é que os agentes de usuário convencionais visam um público mais vasto e diverso que, normalmente, inclui pessoas com e sem deficiências. As tecnologias assistivas visam um grupo de usuários mais restrito, com deficiências específicas. O apoio fornecido por uma tecnologia assistiva é mais específico e adequado às necessidades do seu público-alvo. O agente de usuário convencional pode fornecer uma funcionalidade importante às tecnologias assistivas, tal como a requisição de conteúdo da Web a partir de objetos do programa ou análise da marcação/código em conjuntos identificáveis.

Exemplo: As tecnologias assistivas que são importantes, no contexto deste documento, incluem o seguinte:

  • ampliadores de tela, e outros auxiliares de leitura, que são utilizados por pessoas com deficiências visuais, de percepção e físicas, para que possam alterar a cor, o espaçamento, o tamanho e o tipo de letra do texto, a sincronização com a fala, etc., para melhorar a legibilidade do texto e imagens apresentados;

  • leitores de tela, que são utilizados por pessoas cegas para lerem informação textual através de síntese de fala ou braille;

  • software de conversão de texto para fala (sintetizador de fala), que é utilizado por algumas pessoas com deficiências cognitivas, de linguagem e de aprendizagem para converterem texto em fala sintetizada;

  • software de reconhecimento de voz, que pode ser utilizado por pessoas com algumas deficiências físicas;

  • teclados alternativos, que são utilizados por pessoas com determinadas deficiências físicas para simular o teclado (incluindo teclados alternativos que utilizam ponteiros de cabeça, simples interruptores, dispositivos de sopro/sucção e outros dispositivos de entrada especiais.);

  • dispositivos apontadores alternativos, que são utilizados por pessoas com determinadas deficiências físicas para simular ativações do botão e do ponteiro do mouse.

texto

sequência de caracteres que podem ser determinados de forma programática, em que a sequência exprime algo em linguagem humana

utilizada de uma forma restrita e incomum

palavras utilizadas de uma determinada forma, que os usuários devem conhecer exatamente qual a definição a aplicar de modo a compreender o conteúdo corretamente

Exemplo: O termo "gig" tem um significado se utilizado num debate sobre concertos de música e outro se utilizado num artigo sobre espaço do disco rígido de computadores; contudo, a definição adequada pode ser determinada a partir do contexto. Por outro lado, a palavra "texto" é utilizada de uma forma muito específica na versão WCAG 2.0, então uma definição está disponível nesse glossário.

versão alternativa em conformidade

versão que

  1. está em conformidade com o nível designado,

  2. fornece todas as mesmas informações e funcionalidades na mesma linguagem humana,

  3. está tão atualizada como o conteúdo que não está em conformidade, e

  4. para a qual, no mínimo, uma das seguintes afirmações é verdadeira:

    1. é possível acessar à versão em conformidade a partir da página que não está em conformidade, através de um mecanismo suportado pela acessibilidade, ou

    2. só é possível acessar a versão que não está em conformidade a partir da versão em conformidade, ou

    3. só é possível acessar à versão que não está em conformidade a partir de uma página em conformidade, que também forneça um mecanismo para acessar à versão em conformidade

Nota 1: Nesta definição, a expressão "só é possível acessar" significa que existe algum mecanismo, tal como um redirecionamento condicional, que impede um usuário de "chegar" (carregar) à página que não está em conformidade, a menos que o usuário tenha acabado de vir da versão em conformidade.

Nota 2: Não é necessário que a versão alternativa corresponda, página a página, à original (por ex., a versão alternativa em conformidade pode consistir em várias páginas).

Nota 3: Se estiverem disponíveis versões de várias línguas, serão necessárias versões alternativas em conformidade para cada língua oferecida.

Nota 4: Podem ser fornecidas versões alternativas para acomodar diferentes ambientes de tecnologia ou grupos de usuários. Cada versão deverá estar o mais em conformidade possível. É necessária uma versão em conformidade total, para cumprir o requisito de conformidade 1.

Nota 5: Não é necessário que a versão alternativa em conformidade resida no âmbito de conformidade, nem mesmo no mesmo site da Web, desde que esteja tão disponível como a versão que não está em conformidade.

Nota 6: As versões alternativas não devem ser confundidas com o conteúdo suplementar, que suporta a página original e melhora a compreensão

Nota 7: A definição de preferências de usuário no conteúdo para produzir uma versão em conformidade é um mecanismo aceitável para acessar a outra versão, desde que o método utilizado para definir as preferências tenha suporte a acessibilidade.

Consulte as Consulte Compreendendo as Versões Alternativas em Conformidade

viewport

objeto no qual o agente do usuário apresenta o conteúdo

Nota 1: O agente de usuário apresenta o conteúdo através de uma ou mais viewports. As viewports incluem janelas, frames, alto-falantes e lupas virtuais. Uma viewport pode conter outra viewport (por ex., frames encaixados). Os componentes da interface criados pelo agente de usuário, tais como prompts, menus e alertas, não são viewports.

Nota 2: Esta definição baseia-se no Glossário das Diretrizes de Acessibilidade para Agente de Usuário 1.0.

vídeo

a tecnologia de imagens ou fotos em movimento ou em sequência

Nota: O vídeo pode ser composto por imagens animadas ou fotográficas, ou ambas.

Anexo B: Agradecimentos

Esta seção é informativa.

Esta publicação foi em parte financiada pelos fundos federais do Ministério da Educação norte-americano e do Instituto Nacional para a Pesquisa em Deficiências e Reabilitação (NIDRR), sob o contrato número ED05CO0039. O conteúdo desta publicação não reflete, necessariamente, as opiniões e políticas do Ministério da Educação norte-americano, não menciona marcas comerciais, produtos comerciais ou organizações que tenham o endosso do governo norte-americano.

Para mais informações sobre a participação do Grupo de Trabalho das Diretrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG WG), consulte a página inicial do Grupo de Trabalho.

Participantes ativos do GT WCAG no momento da publicação

  • Bruce Bailey (U.S. Access Board - Comissão de Acessibilidade norte-americana)

  • Frederick Boland (NIST)

  • Ben Caldwell (Trace R&D Center, Universidade de Wisconsin)

  • Sofia Celic (Especialista Convidada do W3C)

  • Michael Cooper (W3C)

  • Roberto Ellero (International Webmasters Association / HTML Writers Guild)

  • Bengt Farre (Rigab)

  • Loretta Guarino Reid (Google)

  • Katie Haritos-Shea

  • Andrew Kirkpatrick (Adobe)

  • Drew LaHart (IBM)

  • Alex Li (SAP AG)

  • David MacDonald (E-Ramp Inc.)

  • Roberto Scano (International Webmasters Association / HTML Writers Guild)

  • Cynthia Shelly (Microsoft)

  • Andi Snow-Weaver (IBM)

  • Christophe Strobbe (DocArch, K.U.Leuven)

  • Gregg Vanderheiden (Trace R&D Center, Universidade de Wisconsin)

Outros participantes anteriormente ativos do GT WCAG e outras contribuições para a versão WCAG 2.0

Shadi Abou-Zahra, Jim Allan, Jenae Andershonis, Avi Arditti, Aries Arditi, Mike Barta, Sandy Bartell, Kynn Bartlett, Marco Bertoni, Harvey Bingham, Chris Blouch, Paul Bohman, Patrice Bourlon, Judy Brewer, Andy Brown, Dick Brown, Doyle Burnett, Raven Calais, Tomas Caspers, Roberto Castaldo, Sambhavi Chandrashekar, Mike Cherim, Jonathan Chetwynd, Wendy Chisholm, Alan Chuter, David M Clark, Joe Clark, James Coltham, James Craig, Tom Croucher, Nir Dagan, Daniel Dardailler, Geoff Deering, Pete DeVasto, Don Evans, Neal Ewers, Steve Faulkner, Lainey Feingold, Alan J. Flavell, Nikolaos Floratos, Kentarou Fukuda, Miguel Garcia, P.J. Gardner, Greg Gay, Becky Gibson, Al Gilman, Kerstin Goldsmith, Michael Grade, Jon Gunderson, Emmanuelle Gutiérrez y Restrepo, Brian Hardy, Eric Hansen, Sean Hayes, Shawn Henry, Hans Hillen, Donovan Hipke, Bjoern Hoehrmann, Chris Hofstader, Yvette Hoitink, Carlos Iglesias, Ian Jacobs, Phill Jenkins, Jyotsna Kaki, Leonard R. Kasday, Kazuhito Kidachi, Ken Kipness, Marja-Riitta Koivunen, Preety Kumar, Gez Lemon, Chuck Letourneau, Scott Luebking, Tim Lacy, Jim Ley, William Loughborough, Greg Lowney, Luca Mascaro, Liam McGee, Jens Meiert, Niqui Merret, Alessandro Miele, Mathew J Mirabella, Charles McCathieNevile, Matt May, Marti McCuller, Sorcha Moore, Charles F. Munat, Robert Neff, Bruno von Niman, Tim Noonan, Sebastiano Nutarelli, Graham Oliver, Sean B. Palmer, Sailesh Panchang, Nigel Peck, Anne Pemberton, David Poehlman, Adam Victor Reed, Chris Ridpath, Lee Roberts, Gregory J. Rosmaita, Matthew Ross, Sharron Rush, Gian Sampson-Wild, Joel Sanda, Gordon Schantz, Lisa Seeman, John Slatin, Becky Smith, Jared Smith, Neil Soiffer, Jeanne Spellman, Mike Squillace, Michael Stenitzer, Jim Thatcher, Terry Thompson, Justin Thorp, Makoto Ueki, Eric Velleman, Dena Wainwright, Paul Walsch, Takayuki Watanabe, Jason White.

Anexo C: Referências

Esta seção é informativa.

CAPTCHA
Projeto CAPTCHA, Universidade de Carnegie Mellon. Disponível em http://www.captcha.net.
HARDING-BINNIE
Harding G. F. A. and Binnie, C.D., Independent Analysis of the ITC Photosensitive Epilepsy Calibration Test Tape. 2002.
IEC-4WD
IEC/4WD 61966-2-1: Colour Measurement and Management in Multimedia Systems and Equipment - Part 2.1: Default Colour Space - sRGB. 5 de Maio de 1998.
sRGB
"A Standard Default Color Space for the Internet - sRGB," M. Stokes, M. Anderson, S. Chandrasekar, R. Motta, eds., Versão 1.10, 5 de Novembro de 1996. Disponível em http://www.w3.org/Graphics/Color/sRGB.html.
UNESCO
International Standard Classification of Education, 1997. Disponível em http://www.unesco.org/education/information/nfsunesco/doc/isced_1997.htm.
WCAG10
Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web 1.0, G. Vanderheiden, W. Chisholm, I. Jacobs, Editores, Recomendação W3C, 5 de Maio de 1999, http://www.w3.org/TR/1999/WAI-WEBCONTENT-19990505/. A última versão das WCAG 1.0 está disponível em http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT/.